As pessoas pulam o anúncio e adiam o treinamento, mas escolhem jogar
Um anúncio tem poucos segundos antes do polegar passar para o próximo. Um treinamento em slides disputa a atenção com a caixa de e-mails e quase sempre perde. O motivo é o mesmo nos dois casos: são mensagens que pedem atenção sem dar nada em troca.
Um game inverte essa conta. A pessoa escolhe abrir, fica minutos em vez de segundos e volta porque quer saber o que acontece na próxima fase. Enquanto joga, ela vive a sua marca, pratica o seu processo ou aprende o seu produto, sem sentir que está assistindo a uma propaganda ou cumprindo uma obrigação.
Vídeo institucional, e-learning e sorteio resolvem só uma parte
O vídeo conta a mensagem, mas a pessoa só assiste. O curso online de slides cumpre a exigência, mas raramente muda o que a equipe faz no dia seguinte. O sorteio de cupom traz cadastro, mas o contato chega frio e esquece a marca na semana seguinte. Em todos eles falta o mesmo: a pessoa fazer alguma coisa e ver o resultado.
Grandes marcas já fazem isso, e os games que ficaram na memória são games de verdade
7 milhões+de pessoas jogaram o game da MagnumMagnum, 2011
100 mil+estudantes de 165 países no game da L'OréalL'Oréal, segundo a empresa
+47%de pessoas voltando todo dia ao portal de cursosDeloitte, 2012
Treinamento
Em 2012, a Deloitte acrescentou pontos, medalhas e ranking ao portal de cursos de liderança, e 9 meses depois o número de pessoas voltando todo dia ao portal subiu 47%. No Brasil, a Boehringer Ingelheim treinou mais de 250 vendedores com um game, e a Vivo reuniu 15 mil atendentes de call center num game interno em 2018.
Recrutamento e marca empregadora
Em 2011, a Marriott lançou um game em que o jogador administra um hotel, da cozinha à recepção, para atrair candidatos às 50 mil vagas que precisava preencher no ano. Em poucas semanas havia gente jogando em dezenas de países. A L'Oréal criou um game de negócios para estudantes que, segundo a empresa, reuniu mais de 100 mil jovens de 165 países nos 2 primeiros anos.
Marca e captação
Em 2011, a Magnum lançou um game de navegador em que o jogador atravessa a internet atrás de bombons, e mais de 7 milhões de pessoas jogaram, cada uma por cerca de 5 minutos. Em 2013, a Chipotle lançou um game para celular sobre a origem dos alimentos, com prêmios para usar nas lojas, que passou de 250 mil downloads em 4 dias.
Educação do cliente
Em 2011, a Siemens criou um game em que o jogador administra uma fábrica, e só melhora os resultados aprendendo a usar as soluções da própria Siemens.
Relacionamento e fidelidade
O Monopoly do McDonald's roda desde 1987 e voltou em 2025, agora dentro do app de fidelidade da rede. O Duolingo transformou a sequência de dias estudados no recurso que mais segura os seus usuários.
A camada de pontos é o primeiro passo. O próximo é o game inteiro
Repare na diferença entre os exemplos. Alguns acrescentam uma camada de game a algo que já existia: pontos num portal, uma sequência de dias num app. É um bom primeiro passo, e funciona. Os que mais marcaram foram mais longe: a Marriott, a L'Oréal, a Siemens e a Magnum construíram um game completo, com desafio, história e consequência, e a mensagem da empresa estava dentro dele.
É esse próximo passo que propomos. O game vem primeiro, desenhado para ser bom de jogar, e o objetivo da empresa mora dentro dele: o processo que a equipe precisa dominar, o produto que o cliente precisa entender, a marca que o público precisa lembrar.
Até pouco tempo atrás, só empresas desse porte conseguiam bancar um game assim. Com as ferramentas de agora e uma equipe enxuta, uma primeira versão jogável sai em semanas, e não em meses, com um custo que cabe em empresas de todos os tamanhos.
Onde um game trabalha pela sua empresa
Um game pode trabalhar dentro da sua empresa ou no seu mercado. B2B (business to business) é quando a sua empresa vende para outras empresas; B2C (business to consumer), quando vende para o consumidor final. Os indicadores de sucesso, como engajamento, conclusão, leads ou retenção, são combinados com você antes de o projeto começar.
Para a sua equipe
Treinamento e integração
Compliance, atendimento, vendas, segurança e liderança como prática. A equipe decide num lugar seguro e vê a consequência na hora.
Recrutamento e marca empregadora
O candidato vive um dia na sua empresa antes da entrevista, e você conhece como ele decide.
Para clientes empresariais (B2B)
Educação do cliente
O seu cliente aprende a usar o produto jogando, e chega mais preparado para comprar.
Geração de demanda em feiras e eventos
Um game no estande ou no evento que atrai o público certo, explica a sua solução na prática e entrega à equipe comercial contatos qualificados.
Para o consumidor final (B2C)
Captação de leads
Uma experiência curta que as pessoas escolhem abrir e compartilhar, apresenta a sua marca e recolhe o contato de quem quer saber mais.
Relacionamento e fidelidade
Progresso, recompensas e motivos para voltar, dentro do seu produto ou ao lado dele.
Ação de marca e lançamento
Um game para estande, evento ou lançamento de produto, que faz o público lembrar da marca pelo que viveu.
Como começa
Você conta o objetivo.
Quem vai jogar, o que deve mudar depois que jogarem e onde o game vai viver.
A gente conversa e desenha junto.
Algumas perguntas, uma proposta de caminho e o game resumido numa página, antes da primeira linha de código.
Você joga antes de decidir.
Antes do projeto inteiro, você joga um vertical slice: um pedaço pequeno do game, já com a cara da versão final. Trabalhamos em ciclo curto, com uma versão jogável ao fim de cada etapa. Você acompanha o game tomar forma e joga antes de ele chegar ao seu público.
Quem desenha os games
Paulo Ribeiro, fundador da Nextborn Games. Administrador com MBAs em Marketing e em Gestão de Pessoas, empreendedor há mais de 20 anos e 7 anos no mercado de games, entre comunidade, eSports, criadores de conteúdo e a operação no Brasil de plataformas internacionais.
Depende do tamanho: quantas fases, para quantas pessoas e onde o game vai rodar. Como cada projeto é desenhado para o seu caso, o valor sai na proposta. O ciclo curto e a equipe enxuta deixam o custo mais justo do que um desenvolvimento tradicional.
Quanto tempo leva?
Depende do escopo. A primeira versão jogável sai em semanas, e você acompanha cada etapa jogando.
As pessoas precisam baixar alguma coisa?
A maioria dos nossos games roda direto no navegador, no computador e no celular, sem instalar nada. Quando o projeto pede um app, a gente define isso na primeira conversa.
Dá para medir o resultado?
Dá. O game registra quem jogou, até onde foi, quanto tempo ficou e o que decidiu. Num game de captação, cada contato chega com essa história junto.
Qual a diferença entre gamificação e um game para empresas?
A gamificação acrescenta pontos, medalhas e ranking a algo que já existe, como um portal de cursos ou um app. Um game para empresas é uma experiência completa, com desafio e consequência, construída em torno do objetivo do negócio.
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