Estúdio de games, fundado em setembro de 2026

Um estúdio de games que nasceu na geração seguinte.

Games melhores, feitos mais rápido, por uma equipe pequena que trabalha do jeito que o mercado ainda vai trabalhar.

2 versões jogáveis em 5 semanas

Até pouco tempo atrás, quem quisesse tirar um game do papel precisava de anos aprendendo a programar, de uma equipe e de um orçamento que pouca gente tinha. Uma demo jogável levava meses. Um game completo levava anos. Por isso tão pouca gente chegava lá, e quem chegava pagava com uma dedicação de herói.

As ferramentas de agora encurtaram esse caminho. Uma equipe pequena consegue hoje o que antes pedia um estúdio inteiro.

Em 4 de setembro de 2026, a Nextborn Games era uma ideia, um plano e um documento de regras. 3 semanas depois, o MVP Legends tinha uma demo no ar, jogável no navegador. No começo de outubro veio a evolução dele, o MVP Legends SRD Tactics, que saiu do primeiro documento para uma versão de teste no PC, no celular e no navegador em menos de uma semana.

As 2 versões estão em pré-alpha, a fase em que o game já roda e dá para jogar o começo, mas ainda está longe de pronto. Ainda vamos acertar regras, arte, som e equilíbrio, e é justamente por isso que abrimos para teste: quem joga agora ajuda a decidir o que vem depois.

O nome diz o que somos: nascidos do que vem a seguir.

  • 6 anosde sala de aula
  • 7 anosno mercado de games
  • 10 anoscom uma loja de cultura geek
  • 5 semanasaté 2 versões jogáveis

Toda escolha num RPG tem um motivo, e é o mesmo motivo que move as pessoas fora dele

Medo, lealdade, fé, ambição, a vontade de pertencer a um grupo. Os personagens dos nossos games decidem pelas mesmas razões que as pessoas decidem na vida real. As nossas histórias usam isso de propósito: tocam nas grandes questões humanas, como poder, crença e convivência, sem tomar partido e sem dizer o que é certo ou errado.

A intenção é que quem joga entenda melhor como as pessoas funcionam. E, de vez em quando, entenda por que ela mesma pensa o que pensa e faz o que faz.

Mais de 30 anos de aventuras que não passavam do papel

Paulo Ribeiro, fundador da Nextborn Games

Sou Paulo Ribeiro, fundador da Nextborn Games.

Comecei a jogar no Atari, com 6 anos. Aos 12, já mestrava GURPS e D&D com os amigos e enchia cadernos na escola com aventuras, mapas e sistemas de batalha que eu mesmo inventava. Desde então, criar mundos e regras nunca saiu da minha vida, só que tudo isso ficava no papel. Fazer um game de verdade pedia anos de programação que eu não tinha como dedicar.

Pelo caminho, estudei Administração com ênfase em Finanças, fiz MBAs em Marketing e em Gestão de Pessoas e uma pós-graduação em Educação. Foi na sala de aula e no mercado que o interesse por como as pessoas decidem virou estudo: nos últimos 5 anos, mergulhei em filosofia, psicologia e, acima de tudo, neurociência.

A trajetória até aqui:

  1. Infância.

    Atari, depois Master System, Super Nintendo, PlayStation, PC e celular.

  2. Aos 12 anos.

    Mestre de GURPS e D&D.

  3. 2001 a 2011.

    Fundei a Wirewood Store, em São Paulo, uma loja de cultura geek, games e colecionáveis. Foram 10 anos organizando torneios de Magic: The Gathering e cuidando de uma comunidade que voltava toda semana. Ali aprendi que consumo é comportamento antes de ser número.

  4. 2011 a 2016.

    Professor na ETEC e na Universidade Cidade de São Paulo, de administração, marketing, empreendedorismo e finanças, para milhares de alunos, da formação técnica ao MBA.

  5. 2016 a 2023.

    7 anos dentro do mercado de games, do lado de quem faz o jogador chegar e ficar.

    • BlueStacks: construí a comunidade brasileira e os programas com criadores de conteúdo e influenciadores, no começo da economia dos criadores.
    • Game.tv: Head de Operações no Brasil por 4 anos, montando o time local e as parcerias de uma plataforma de torneios de eSports.
    • Challengermode: conduzi a expansão no Brasil de outra plataforma internacional de competição, com alianças com organizações, criadores e marcas.
    • NOTA Club: Country Manager de uma rede social gamer, cuidando da entrada no Brasil, da aquisição de usuários, da comunidade e da relação com criadores.

    Foram 7 anos vendo de perto o que faz um jogador descobrir um game, voltar no dia seguinte e chamar os amigos: marketing de games, comunidade, influenciadores, eSports e comportamento de quem joga. É esse aprendizado que eu coloco em cada game nosso e em cada projeto que fazemos junto com outros estúdios.

  6. 4 anos no YouTube.

    Criador de conteúdo de Summoners War, um RPG de estratégia por turnos, e a escola de como uma comunidade de jogadores pensa.

  7. 2025.

    Fundei a Academia Neurofinance e levei o estudo do comportamento para a educação financeira.

  8. Setembro de 2026.

    Nextborn Games.

A sala de aula me ensinou que explicar não muda comportamento. Praticar muda. E o lugar mais seguro e barato para praticar uma decisão é um game. Na Nextborn se juntam os games, que me acompanham desde o Atari, e o estudo de como as pessoas funcionam, que foi crescendo até virar o centro da minha carreira.

Por isso a Nextborn faz RPGs e também games sob medida. Eu vejo o game como uma ferramenta, e ela funciona nos lugares que conheço de perto.

Na educação, sei como professor o tamanho do desafio: disputar a atenção de um aluno que cresceu com o celular na mão. O game prende essa atenção, mantém o aluno envolvido e dá a ele um motivo para querer aprender, porque ele pratica o que está estudando em vez de só ouvir falar. O mundo mudou depressa com as novas tecnologias, e o nosso sistema de ensino ainda não acompanhou essa mudança. Atualizar o jeito de ensinar é bom para os alunos e para o mundo que eles vão construir.

Nas empresas, a administração, o marketing e o empreendedorismo me mostraram que o game é uma forma nova de chegar às pessoas, e ela cabe em quase qualquer estratégia: treinar uma equipe, apresentar uma marca, dar ao cliente um motivo para voltar.

Para escolas, empresas e pessoas com uma ideia na cabeça, desenhamos o game em torno do que elas precisam resolver.

Durante mais de 30 anos, as aventuras, os mundos e as histórias que eu criava viveram em cadernos e numa mesa com amigos. Agora eles rodam no navegador, no PC e no celular, para qualquer pessoa do mundo jogar.

5 regras que valem para todo game que sai daqui

  1. Desenvolvimento iterativo: game rodando antes de qualquer decisão grande.

    No jeito antigo, um game passava meses só no papel, entre documento, apresentação e planilha de custo, antes de alguém conseguir jogar. A gente inverte. Cada etapa termina com uma versão jogável, e as decisões são tomadas jogando.

  2. O game cabe numa página antes de existir.

    Antes da primeira linha de código, escrevemos numa folha só o que o game é, para quem ele é e o que a pessoa deve sentir jogando.

  3. A história manda.

    Quando a história e as regras do game não combinam, quem muda são as regras.

  4. Pensado para PC e celular.

    A maioria dos nossos games nasce funcionando nos dois, com o toque valendo como clique. Quando o game pede uma tela específica, como um mapa tático grande que joga melhor no PC, ele nasce onde fica melhor.

  5. Quem joga fala direto com a gente.

    Toda versão de teste tem um canal de feedback, e cada comentário é lido.

Escreva sobre o que quiser: game, parceria, imprensa ou uma ideia

Toda mensagem chega direto ao estúdio e é respondida.

Interesses

Se preferir, escreva para hello@nextborngames.com.